chiuni a écrit :Volontairement je n'ai pas répondu pour ne pas enfler la polémique. J'avais bien compris le sens du message un brin provoc de notre ami Chevalier ! En fait il s'agit d'un scandale qui concerne la société Parmalat. Les petits producteurs (dont je suis partisan parce que qq meuh meuh en pâture qq part au MG) ainsi que les laiteries produisent et transforment un excellent lait.
Les lots incriminés ont été bien évidement retirés du circuit de distribution et détruits. Il y a encore des producteurs honnêtes au Brésil ! Le pays n'est pas gangrainé jusque là, quoique que ....
En fait ce sont des pratiques qui ont été révélées sur je crois plusieurs cooperatives de lait qui ont comme client parmalat ( notamment mais il y aplusieurs autres marques concernées et ce n'est pas limité au Minas Gerais ...le lait en question a été distribué sur plusieurs états)
Le problème est qu'il semble que ce ne soit pas une pratique isolée...
Lire l'article de ce jour du canard de mon patelin ou 18 types de laits ont été un peu traficotés selon des analyes faite par l'université fédérale du coin ... et je vous détache cette partie .... qui laisse sans voix ... si l'information est exacte "O cálculo contraria estimativas divulgadas pelos próprios produtores de leite que, reunidos na maior feira do setor da América Latina, realizada em São Paulo, revelaram ontem que cerca de 30% do leite produzido no País não segue regras da Vigilância Sanitária."
Toujours est il .... cette crise a provoqué une scéne de ménage chez moi ....
Ma femme refuse que je substitue le lait ( enfin l'eau oxygénée et la soude caustique :-)) par du Haut Brion 2000.... Un petit coup de rouge au ptit déj...meme pas chabrot :-) elle ne veut pas :-)
Fraude muda estratégia
de fiscalização do leite
Órgãos de defesa agropecuária passam a atuar
juntos na fiscalização das indústrias e do comércio
de leite e de seus derivados no Estado de Goiás
Sônia Ferreira
Os órgãos públicos do setor agropecuário goiano decidiram atuar de forma integrada na fiscalização da indústria de laticínios e do comércio de leite e seus derivados, tendo em vista as últimas denúncias sobre a qualidade do leite em Goiás e em Minas Gerais. Durante reunião realizada ontem, durante todo o dia, no auditório da Secretaria da Agricultura, os representantes do setor público e privado acertaram mais quatro medidas que serão adotadas a partir de hoje.
As medidas envolvem a intensificação da inspeção e fiscalização nas indústrias de leite e no comércio varejista; realização, a cada 15 dias, de coletas de amostras de leite para análises laboratoriais; a realização de concurso público para contratação imediata de cerca de 350 fiscais pela Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) e a formação de equipes que trabalharão em rodízio .
Atualmente, 160 técnicos da Agrodefesa e 9 do Ministério da Agricultura atuam na inspeção e fiscalização de 71 indústrias de laticínios em Goiás. As normas do Ministério da Agricultura determinam as coletas de amostras do leite para análise pelo menos duas vezes ao ano. Os órgãos de fiscalização garantem, entretanto, que em Goiás elas são feitas, em média, a cada 60 dias. Mas, a partir de hoje devem ser feitas quinzenalmente.
O Sindicato da Indústria de Leite no Estado de Goiás (Sindileite) se comprometeu a facilitar ainda mais o trabalho dos fiscais dos órgãos de defesa agropecuária e garante que vai agir, junto com os órgãos competentes, para retirar do mercado as empresas que fraudam produtos.
Apesar da mudança na estratégia de vigilância, os órgãos de defesa agropecuária insistem em afirmar que a fiscalização é eficiente e que as medidas serão tomadas para dar mais segurança ao consumidor quanto ao leite produzido e comercializado em Goiás.
O secretário da Agricultura, Leonardo Veloso, e o superintendente do Ministério da Agricultura em Goiás, Helvécio Magalhães, asseguram que o leite produzido e comercializado no Estado é de boa qualidade, apesar do laudo apontando problemas em 18 marcas. Garantem que foram pontuais as falhas apontadas nos exames realizados no Laboratório da Escola de Veterinária da Universidade Federal de Goiás e divulgados pelo Procon-GO, na última sexta-feira.
Falhas
De acordo com eles, falhas podem ocorrer, provocadas por pessoas ou mesmo por máquinas. Helvécio Magalhães e Leonardo Veloso afirmam que, no caso do leite em Goiás, o índice do produto fora do padrão de qualidade é inferior a 1% do total produzido. O cálculo contraria estimativas divulgadas pelos próprios produtores de leite que, reunidos na maior feira do setor da América Latina, realizada em São Paulo, revelaram ontem que cerca de 30% do leite produzido no País não segue regras da Vigilância Sanitária.
O superintendente do Ministério da Agricultura lembrou que, nos laudos divulgados pelo Procon-GO, o problema maior foi o índice de gordura abaixo do padrão recomendado pelo Ministério da Agricultura. “Isso é uma fraude econômica, que não prejudica a saúde das pessoas.”
O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Leite, Jorge Rubez, revelou ontem, também na feira do setor, que fraudes parecidas foram detectadas há 4 anos pelo Ministério da Agricultura, como a adição de soro que aumenta em até 20% a quantidade do produto. No entanto, afirmou, a denúncia foi arquivada. Ele atribui a continuidade de crimes à impunidade. O Ministério afirmou que está investigando as denúncias.
O secretário da Agricultura do Estado de Goiás, Leonardo Veloso, explicou que o uso de soda cáustica é obrigatório na higienização dos equipamentos das indústrias, mas esse tipo de utilização não causa mal à saúde humana, desde que a quantidade residual seja muito pequena.
Pela inspeção realizada pela Agrodefesa desde junho, uma única indústria, que produz a marca Big Leite, estava produzindo leite com adição de soda cáustica e ela encerrou suas atividades depois de ser multada. O superintendente do Ministério da Agricultura em Goiás lembra que, no Brasil, não existe metodologia que detecta 100% de certeza de presença de soda cáustica no leite. Por isso, afirma, “estamos fazendo fiscalização preventiva nas indústrias”.
Além de detectar soda cáustica em duas marcas de leite, os exames realizados pelo Procon de Goiás e Centro de Pesquisa em Alimentos da Escola de Veterinária da Universidade Federal de Goiás – divulgados na sexta-feira – apontaram problemas diversos nas amostras, como contaminação bacteriana, falta de gordura, de sais minerais, de proteínas e de vitaminas, presença de água oxigenada, excesso de água, de acidez e de soro.
Os representantes dos setores público e privado ligados à cadeia do leite em Goiás repudiaram a forma com que o Procon divulgou os laudos dos exames do leite comercializado em Goiás. Eles consideraram a forma “intempestiva, precipitada e alarmista”, uma vez que não foi realizada a contraprova das amostras pelas indústrias.
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PF ouvirá laticínios sobre carga de queijo apreendida
Coopervale admite uso de soda
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Produtor diz que denúncia não foi investigada
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Coopervale admite uso de soda
Brasília - O presidente da Coopervale, Luiz Galberto Ribeiro, confessou à Polícia Federal que misturava soda cáustica ao leite vendido a grandes empresas. Pelas informações, a Coopervale despejava 15 quilos de soda cáustica em cada lote de 50 mil litros de leite.
O Laboratório Nacional Agropecuário, do Ministério da Agricultura, está analisando o material para avaliar o risco à saúde. Ribeiro, um dos 27 presos em Minas Gerais pela Operação Ouro Branco na semana passada, foi solto mesmo após a confissão. O prazo da prisão provisória, de cinco dias, se esgotou, e a polícia não pediu a renovação.
O presidente da Cooperavale disse que misturava a soda cáustica por sugestão do químico identificado como Pedro – que negou o crime. Pedro prestava serviços a Coopervale e mais dez cooperativas.
O grupo aplicava o golpe há pelo menos três anos. A PF, que investiga ainda a adição de água oxigenada (retarda a deterioração do produto) no leite da Casmil, não soube dizer se houve falha de fiscais do Sistema de Inspeção Federal.
A PF investiga também a venda de queijo com data de validade vencida. Um empresário de Uberaba é acusado de vender 20 toneladas de queijo vencido ou prestes a vencer por semana para o interior de São Paulo. O queijo era comprado em Goiás. (Agência Globo)
Dernière modification par Philbec (2007-11-01 11:35:45)